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4 passos para salvar o cão ou gato fofinho dos riscos da obesidade

Seu pet está acima do peso? Tem dificuldade para subir e descer escadas? Não quer mais brincar? Saiba que estes comportamentos em alguns cães e gatos podem estar associados a obesidade, isto é, quando o peludo está acima do peso ideal e corre riscos da obesidade.

Mas como evitar os riscos da obesidade?

Entre as diversas consequências da obesidade em pet estão: o aumento de problemas cardiovasculares, a sobrecarga das articulações, dificuldade respiratórias e o aparecimento de doenças metabólicas, além de diabetes, pancreatite e hipertensão.

Se você quer o seu pet saudável e mais tempo ao seu lado, não desista de fazer com que ele perca peso, pois isso irá ajudar a melhorar a saúde dele. Veja quatro passos para começar e ajudar o seu gordinho a emagrecer:

# 1 – Leve o pet para um check-up

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Os exames e consultas do seu pet devem estar sempre em dia!

Certifique-se que ele não está doente. Somente o veterinário poderá dizer se o seu animal não tem alguma doença que está contribuindo para o excesso de peso. As doenças mais comuns nestes casos são as doenças endócrinas (relacionadas à falta ou a excesso de hormônios). Um exemplo é o Hipotireoidismo.

Leia: Pets especiais: o que devo saber sobre a alimentação?

# 2 –  Inclua exercícios em sua rotina

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Os exercícios diários são muito importantes para o desenvolvimento e saúde do pet.

Cachorros precisam passear para gastar energia e evitar que fiquem obesos. Se o seu já está gordinho, leve-o para passeios diários! Mas atenção: não queira andar com ele tudo o que você não andou uma vida inteira. Comece aos poucos e vá aumentando a quantidade!

# 3 – Mude a dieta

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Mudar a dieta do pet neste momento poderá ser importante. Para isso, primeiro, você precisará da orientação do veterinário ou um nutricionista veterinário (ainda melhor!). Somente um especialista poderá orientar sobre a melhor ração – existem dietas terapêuticas ideais para cães e gatos obesos – ou ainda, recomendar a dieta natural. Neste caso, poderá ter ainda melhor adesão do peludo, mas é preciso ter em mente que comida caseira não é igual à comida humana.

Leia: 16 alimentos que não podemos oferecer ao pet

# 4 – Dê a quantidade certa de alimentos que o pet precisa

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O veterinário poderá indicar qual a alimentação mais adequada para seu pet.

Se você já sabe a melhor comida para o seu pet (indicada pelo veterinário), verifique a quantidade de calorias que ele deve consumir por dia. Isso irá depender da idade, porte e estilo de vida do peludo. Exclua os petiscos e comidas não previstos na alimentação dele. Se quiser manter esse hábito, diminua a quantidade de vezes por semana e busque petiscos mais naturais.

Dica natural!

A nutrição ortomolecular para pets pode ser uma ótima opção. Você deve procurar um especialista para isso! Confira as nossas dicas sobre este tratamento:

Sua vantagem é ajudar na prevenção de doenças e no tratamento de pets que sofrem de problemas digestivos ou outras patologias, como a diabetes. A medicina ortomolecular orienta sobre o correto aporte de vitaminas, minerais, antioxidantes e outras substâncias essenciais para manter o bem-estar e a saúde do organismo. Assim, consiste na introdução de alimentos funcionais e complementos da dieta caseira do pet.

Gostou das dicas? Então, compartilhe com quem possa interessar este tema!

 

Leia também: Manual de combate à obesidade: o que fazer quando o pet está acima do peso!

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